Cirurgia de catarata e tratamento moderno de glaucoma conduzidos pessoalmente pelo Dr. Jaime Martins — do primeiro exame ao último retorno, com as técnicas mais avançadas disponíveis hoje no Brasil.
O Dr. Jaime Martins não se divide em vinte especialidades. Concentrou a carreira inteira em duas: cirurgia de catarata e tratamento cirúrgico de glaucoma. É essa profundidade que faz diferença na mesa de cirurgia.
Em mais de 10 anos atuando no Rio Grande do Norte, somou mais de 5 mil cirurgias realizadas e ajudou milhares de pacientes a voltar a enxergar com clareza, autonomia e segurança.
Não é só quem opera — é quem ensina a operar. Coordena o programa de Fellowship do Hospital de Olhos de Parnamirim, onde forma novos cirurgiões. Foi professor da Universidade São Camilo (SP) e representa o RN na comissão permanente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG).
Cada paciente é avaliado pessoalmente pelo Dr. Jaime — da consulta inicial até o último retorno do pós-operatório. Sem terceirizar etapas, sem cirurgia em série.
Os números abaixo resumem a experiência que está por trás de cada cirurgia.
Quem chega ao consultório com problema de visão não chega só com um diagnóstico. Chega com medo de perder a autonomia, com a preocupação de virar um peso para a família, com dúvidas que ninguém respondeu ainda.
O atendimento aqui começa por escutar isso. Depois, sim, falamos de cirurgia — com calma, com tempo, com a paciência de quem entende que uma cirurgia ocular é uma decisão grande para quem vai passar por ela.
Honestidade no diagnóstico — mesmo quando a notícia não é a esperada. Você sai daqui sabendo exatamente o que tem, o que pode acontecer e o que dá para fazer.
Indicação cirúrgica feita quando é melhor para o paciente, não quando é conveniente para o consultório. Se dá para esperar, a gente espera.
Tecnologia usada com bom senso, não como vitrine. As técnicas mais modernas estão à disposição — mas só são indicadas quando fazem diferença real no seu caso.
Foi nessas duas cirurgias que o Dr. Jaime construiu carreira — e é nelas que entrega o melhor resultado possível para você.
O glaucoma rouba a visão sem avisar. Quando o paciente percebe, parte do campo visual já se foi — e essa parte não volta. A boa notícia: detectado a tempo, o glaucoma pode ser controlado por toda a vida.
O Dr. Jaime trata glaucoma seguindo o protocolo das principais sociedades médicas do mundo — das técnicas convencionais às minimamente invasivas (MIGS).
Catarata é a primeira coisa que tira a independência: ler, dirigir à noite, reconhecer rostos na rua. A cirurgia moderna devolve isso em menos de 20 minutos por olho, sem cortes profundos, sem internação, com retorno rápido às atividades.
Cada cirurgia é planejada com biometria precisa e lente intraocular escolhida sob medida — incluindo lentes premium (multifocais, EDOF, tóricas) para quem quer reduzir ou eliminar a dependência de óculos.
Avaliações reais de quem confiou a visão ao Dr. Jaime Martins.
"Dr. Jaime Martins, médico nota mil."
"Excelente profissional e uma pessoa incrivelmente humana e carinhosa. Recomendo!"
"Excelente atendimento. Fiz minha cirurgia com Dr. Jaime e sua equipe, fui muito bem assistida, tanto no pré, durante e no pós-operatório. Equipe altamente qualificada e atenciosa. Super recomendo."
"Dr. Jaime é um excelente médico, profissional de alta qualidade e um ser humano maravilhoso! Fez minha cirurgia de catarata me proporcionando uma qualidade de vida muito melhor."
Antes de marcar a consulta, é normal querer saber o básico. Aqui estão as oito perguntas que mais ouço sobre catarata e glaucoma.
Não. A anestesia é feita com colírio — só isso. Você fica acordado, calmo, conversando comigo durante o procedimento. Não há corte com bisturi, não há ponto, não há agulha. O que se sente é um pouco de luz e leve pressão, nada além disso.
No pós, a sensação mais comum é de "areia nos olhos" por algumas horas — e passa rápido. A grande maioria dos pacientes me diz, ao final, que esperava algo muito pior.
A cirurgia em si leva entre 10 e 20 minutos por olho. Você chega ao centro cirúrgico de manhã e volta para casa no mesmo dia — sem internação, sem precisar dormir no hospital.
No dia seguinte já estará vendo melhor do que antes. Em uma semana a maioria dos pacientes retoma as atividades do dia a dia. Esforço físico, mergulho e direção ficam restritos por cerca de 30 dias, e o acompanhamento de pós-operatório é feito comigo nas consultas de retorno.
Depende da lente intraocular que escolhermos juntos. Hoje existem lentes premium — multifocais, EDOF e tóricas — que permitem ler, dirigir e enxergar de longe com pouca ou nenhuma dependência de óculos.
Mas não é para todo paciente. Indicar a lente errada é tão grave quanto fazer a cirurgia mal — porque ela vai com você para o resto da vida. Por isso, antes de qualquer cirurgia, fazemos uma biometria precisa e conversamos sobre o seu dia a dia. A lente certa é a que combina com a sua rotina, não a mais cara do catálogo.
Sim — desde que essas condições estejam controladas. Pacientes diabéticos e hipertensos operam comigo todos os meses, sem problema.
O que pedimos antes da cirurgia é uma avaliação clínica recente, exames básicos atualizados e, em alguns casos, ajuste de medicação na semana do procedimento. Doença crônica controlada não é contraindicação. Doença descompensada, sim — e é justamente na consulta que avaliamos isso.
Essa é a pergunta mais perigosa do glaucoma — e eu respondo direto: sim, precisa tratar agora. A doença é silenciosa por natureza. Você não sente nada até começar a perder o campo de visão. E o que se perde, não volta.
Mesmo sem sintoma nenhum, se você foi diagnosticado com glaucoma, o tratamento precisa começar — seja com colírio, laser ou cirurgia, conforme o seu caso. O objetivo é parar a progressão antes que ela alcance o centro da visão, que é a parte que você usa para ler, dirigir e reconhecer rostos.
Glaucoma não tem cura — mas tem controle, e bom controle por toda a vida. Pacientes diagnosticados a tempo e tratados corretamente terminam a vida enxergando normalmente.
O que leva à cegueira não é o glaucoma em si: é o diagnóstico tardio e o tratamento abandonado. Esses dois pontos são os que faço questão de combater junto com cada paciente. Por isso o acompanhamento próximo, com exames de controle regulares, é parte tão importante do tratamento quanto o colírio ou a cirurgia.
Indico cirurgia quando uma destas três coisas acontece: o colírio não está mais segurando a pressão ocular; o campo visual continua piorando mesmo com a medicação correta; ou o paciente não tolera mais os colírios (alergia, irritação crônica, dificuldade de adesão).
Cada caso tem o seu momento. Operar antes ou depois desse momento certo faz diferença real no resultado. Por isso a avaliação detalhada é fundamental — não existe receita de bolo para indicar cirurgia de glaucoma.
São seguras e não são novidade. As MIGS — iStent Inject, iStent W, XEN45, Preserflo, Kahook Dual Blade, GATT — têm mais de uma década de estudos clínicos consolidados e são realidade nos principais centros oftalmológicos do mundo.
A vantagem é a recuperação mais rápida e o risco menor comparado às técnicas tradicionais como Trabeculectomia e implante de Tubo. A desvantagem é que nem todo paciente é candidato. Aqui, eu escolho a técnica que melhor se adapta ao seu tipo e estágio de glaucoma — não o contrário. A técnica serve o paciente, não a vitrine.
Se sua dúvida não está aqui, leve ela para a consulta. Eu respondo todas pessoalmente, sem pressa.
Atendimento presencial em consultório próprio. Cirurgias realizadas em centro especializado.
Rua Coronel Joaquim Manoel, 590
Petrópolis · Natal/RN
Rua Doutor Carlos Matheus, 59
Monte Castelo · Parnamirim/RN